Reforços No Benfica: Um Extremo Goleador, Lateral direito & Um Médio
A direção do benfica já conhece os jogadores que o treinador José Maurinho necessita para derrotar os adversários.

O extremo goleador – José Mourinho sabe que a saída de Kerem Akturkoglu deixou um vazio enorme na capacidade de finalização a partir das alas. Com Dodi Lukebakio e o Bruma lesionados, o Benfica precisa de um ala que ataque a área e apareça no segundo poste para finalizar as jogadas, tal como o turco fazia. O treinador não quer apenas um driblador, mas sim um jogador objetivo que garanta números e que alivie a pressão sobre os pontas de lança. Seja alguém com o perfil de Filip Kostic ou uma oportunidade de mercado, a prioridade é encontrar esse ‘extremo-avançado’ que traga de volta o golo que se perdeu com as lesões e as transferências de verão.
Um novo lateral direito – A situação do Alexander Bah é o grande mistério e o José Mourinho não pode dar-se ao luxo de esperar pela sua recuperação. Com o Amar Dedic a somar minutos atrás de minutos, o risco de uma lesão é real. É aqui que entra a prenda Sidney Cabral. O defesa lateral do Estrela da Amadora é ambidestro, fortíssimo no um para um e com números de cruzamentos muito positivos. Trazer o jogador em janeiro não é apenas garantir um suplente de qualidade, é trazer alguém que joga nos dois lados do campo e que permite ao José Mourinho ter profundidade tática.
O médio construtor – Embora o Enzo Barrenechea e o Richard Ríos sejam os pulmões da equipa, o Benfica carece de uma alternativa que saiba ditar os ritmos do jogo e que tenha critério na saída de bola quando os titulares precisam de descanso. José Mourinho parece ter a solução dentro de portas com o Manu Silva. A prenda aqui não é uma contratação milionária, mas sim a aposta firme na polivalência do médio português. Ele tem o perfil ideal para ser o tal médio construtor que o plantel pede, mas com o bónus de poder baixar para o eixo da defesa se o treinador quiser mudar para os três defesas durante o jogo. É o jogador inteligente que o José Mourinho adora, pois percebe o momento da equipa e dá o equilíbrio necessário entre a destruição e a criação.









