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Presidente Da República Pede Melhor planeamento & Organização Em País

Presidente da República não ficou indiferente à emoção de uma mulher de 70 anos que passou a viver com o marido e o filho numa habitação cedida pela Câmara.

Segundo a imprensa portuguesa, O Presidente da República, António José Seguro, pediu na terça-feira do dia 7 de abril, mais planeamento dos recursos e competências para responder a catástrofes como o mau tempo, considerando que os portugueses são “muito bons no improviso”, mas precisam de melhor organização.

António José Seguro dedica o segundo dia da sua Presidência aberta ao distrito de Santarém, tendo começado no concelho de Ourém com uma visita a uma casa fortemente afetada pelo mau tempo de fevereiro e, depois, seguido para o Centro de Saúde de Ferreira do Zêzere, acompanhado pelo presidente da câmara, Bruno Gomes.

O autarca falou da falta de planeamento que há no país e, na conversa, o Presidente da República respondeu prontamente que concordava.

“Planeamento e organização. Ajuda porque toda a gente sabe o que é que deve fazer em cada momento. Nós somos muito bons no improviso. Precisamos de ser melhores na organização das nossas competências e dos nossos recursos”, pediu Seguro.

Na perspetiva do Presidente da República, “não há milagres, mas pode o Estado responder de uma forma mais eficiente e mais eficaz”.

Seguro quis ainda saber se aquela unidade de saúde tinha algum gerador ou se está previsto que venha a ter nas obras de requalificação.

“Uma das aprendizagens desta infeliz catástrofe é precisamente o de garantir que unidades que são críticas em termos de apoio à população tenham essa capacidade de manter o fornecimento de energia elétrica aos seus equipamentos e aos seus técnicos através de geradores. Isso era crucial”, defendeu o chefe de Estado.

O dia da caravana tinha começado com uma visita a uma habitação na localidade da Sorieira, na freguesia de Seiça, no concelho de Ourém, onde o mau tempo fez ruir uma parede e levou parte do telhado.

Elsi Silva, com dois filhos menores, é a proprietária da casa visitada, onde vivia há quatro anos e que teve de ser realojada.

À porta, outras mulheres partilharam com o chefe de Estado a tristeza de verem as suas habitações afetadas pelo mau tempo e de terem sido obrigadas a aceitar realojamento.

Seguro não ficou indiferente à emoção de Maria de Sousa, de 70 anos, que passou a viver com o marido e o filho numa habitação cedida pela Câmara Municipal, mas que espera regressar rapidamente a sua casa.

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